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PARANÁ
- CURITIBA
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Capital
do 3º Milênio |
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A
Capital paranaense
traz diversos
tipos de diversão
a seus visitantes,
além de possuir vários
prédios históricos
em seu centro
preservado e com
uma limpeza
impressionante. |
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Sua
origem remota ao século
XVII, onde
faiscadores de
ouro, índios,
tropeiros e jesuítas
foram
protagonistas de
enredos que
transformaram a
antiga Vila de
Nossa Senhora da
Luz dos Pinhais
numa metrópole
progressista,
humana, preocupada
com a qualidade de
vida de seus
habitantes.
Preservação
do ambiente,
jardins floridos,
bem cuidados prédios
históricos em
contrastes com
moderna e arrojada
arquitetura.
Curitiba tem o
dinamismo, a
beleza e o
colorido da
juventude.
Com
bem equipada rede
de apoio,
hotelaria de
categoria
internacional,
Centro de Convenções
e um dos mais
modernos
aeroportos do
Brasil, chegar
nunca foi tão fácil...ficar
também.
Venha
conhecer Curitiba,
simpática e
acolhedora em
todas as estações
do ano.
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| Curitiba
- Paraná - Brasil |
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Curitiba
nasceu há mais de 300
anos à sombra das araucárias.
Aos frutos que despencavam
das árvores, os pinhões,
os índios chamavam de
"kur ity ba"
-nome afinal perpetuado
como sinônimo de cidade
cosmopolita, que elegeu o
cidadão como centro de
seu planejamento urbanístico.
Uma metrópole que combina
natureza e projetos
arquitetônicos
futuristas, transforma
pedreiras em espaços
culturais, respeita as
tradições dos imigrantes
europeus que ajudaram a
construí-la, preserva
seus casarões coloniais e
oferece serviços públicos
modernos e de qualidade. A
coleta de lixo é
seletiva; o transporte público,
satisfatório.
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A
cidade é perfumada pelos
pinheiros e araucárias
que permanecem aqui,
altivos, nos seus parques
e praças. Uma neblina
constante cobre as frias
manhãs e noites
curitibanas, o que lhe
imprime um ar poético e
nostálgico. A boa música
clássica que se ouve nos
seus parques, teatros e áreas
de lazer lhe empresta um
quê de européia.
Curitiba inaugurou o
primeiro calçadão do país,
a primeira rua 24-horas, a
primeira universidade de
meio ambiente. Inquieta,
vive inovando. Porque acha
pouco ter o título de
cidade de melhor qualidade
de vida do Brasil. |
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Como
chegar
•
como chegar BR-116 e
BR-277 • população
1.476.253 habitantes •
temperatura média anual
16°C • atrações
projetos futuristas,
bairro italiano,
pedreiras, casarões
antigos e parques •
informações turísticas
Secretaria de turismo
municipal, r. da Glória,
362, tel. (41) 352.4021,
Disque-Turismo
(municipal), tel. (41)
200.1511; Disque-Turismo
(estadual), tel. 1516. |
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Só
tem lá
Cidade
Verde
Curitiba esbanja verde em
seus 28 parques e bosques
e dezenas de praças. Um
pulmão de 17 milhões de
m2, equivalente a 54 m2
por habitante -o maior índice
no Brasil, muito superior
aos 16 m2 recomendados
pela ONU. Os parques fazem
tanto sucesso que a
prefeitura criou uma linha
especial -a linha Turismo
(ter-dom 9h-17h30)- para
percorrê-los. Faz um
trajeto de 40 km, com
paradas em 22 locais. É
possível pegar o ônibus
em qualquer parada -a
partida é na pça.
Tiradentes. Embarque no ônibus
verde e respire fundo em
pelo menos três dos
parques:
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Passeio
Público
r. Pres. Faria. Tel.
(41) 222.2742.
Diariam 7h-20h, seg
a partir das 12h.
Aberto em 1886, com
70 mil metros
quadrados de mata
natural preservada
em pleno centro. Os
portões principais
são cópias fiéis
do portão do Cemitério
de Cães de Paris.
Tem lagos, ilhas,
palco flutuante, aquário
e gruta. E muitos plátanos,
ipês e carvalhos.
Linha
pinhão -pegadas da
memória
Os andarilhos podem
conhecer as
principais atrações
de Curitiba seguindo
o rastro de pinhões
pintados no chão.
É um roteiro
cultural e histórico
criado pela
prefeitura para os
amantes das
caminhadas. Partindo
da pça. João Cândido,
51 pontos unidos por
uma linha vermelha
traçada no chão (há
guias da linha Pinhão
à venda na Fundação
Cultural, na pça.
Garibaldi, 7).
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| Quem
preferir pega a jardineira
-linha especial que
percorre os principais
pontos turísticos, saindo
do Passeio Público, onde
também se alugam
bicicletas para quiser
pedalar. |
| Parque
Barigui
av. Manoel Ribas, av
Cândido Hartman e
BR-277 (saída para
Ponta Grossa). Tel.
(41) 335.2112. O
mais freqüentado da
cidade, tem 1,4 milhão
de m2, bosques de
pinheiros,
equipamentos de ginástica,
churrasqueiras,
pistas de "bicicross"
e aeromodelismo.
Paraíso dos adeptos
da geração-saúde.
À noite e nos
fins-de-semana, seus
bares são redutos
da turma do chope,
da roda de samba e
do chorinho. No
parque fica o Museu
do Automóvel (sáb
14h-18h, dom 10h-12h
e 13h30-18h). O lago
Barigui é habitado
por peixes, aves e
por um jacaré, que
toma banhos de sol. |
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Jardim
Botânico
av. Lothario
Meissner e av.
Affonso Camargo.
Tel. (41) 350.8646.
Pôr-do-sol inesquecível
em jardim francês
às margens de um
lago coberto de vitórias
régias. O Jardim
Botânico tem 245
mil m2, onde estão
o Museu
Botânico
(seg-sex 8h-12h e
13h-18h), lagos, área
de mata nativa e a
famosa estufa art
nouveau de três
abóbadas, réplica
do palácio de
cristal que existiu
em Londres, com
plantas do Brasil. |

Praça 19 de
Dezembro
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Sabor
da terra
Panela
de barro, prato barreado
Das panelas de barro, o
paranaense retira o seu
prato mais típico: o
barreado. Herança
cabocla, é preparado com
charque, toucinho e
temperos. E seu segredo
consiste em barrear a
panela, vedando-a com
farinha de mandioca
umedecida. A técnica
impede a perda de vapor do
cozido que fica no fogo
por dez horas até que a
carne desfie. O barreado
é servido com banana
assada, batata, farinha e
um pirão (do caldo). |
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| Vale
a pena |
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VER
Largo
da Ordem No
Setor Histórico, conserva
um antigo bebedouro que
servia à cidade e matava
a sede dos tropeiros que
seguiam rumo ao sul. Em
volta, lampiões e velhos
casarões coloniais dos séculos
18 e 19 provam que
Curitiba respeita sua história
e não tem preconceito
contra pichações artísticas:
as paredes das casas
preservadas trazem poemas
de Paulo Leminski, que
traduziu a cidade em sua
forma mais perfeita. Feira
de artesanato e shows
animam os domingos.
Fundação
Cultural de Curitiba
pça. Garibaldi, 7.
Centro. Tel. (41)
322.1525. Seg-sex
8h30-18h. De 1877, o
antigo Palacete Wolf já
foi sede da Câmara e da
prefeitura, quartel, loja
e moradia. Em 1975
transformou-se em fundação
cultural e abriga exposições
de fotografia, cerâmica,
artes plásticas, além de
uma livraria com obras de
autores paranaenses.
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Catedral
Metropolitana
pça.
Tiradentes, s/n.
Tel. (41) 222.1131.
No marco zero, em
estilo gótico,
dedicada à
padroeira da cidade,
N. S. da Luz dos
Pinhais. Ocupa o
lugar onde foi
erguida a primeira
capela de madeira da
cidade, elevada à
condição de matriz
em 1715. Foi
substituída por uma
igreja de alvenaria,
demolida em 1875
para dar lugar à
atual, inaugurada em
1893.
Museu
de Arte Sacra
lgo. Cel. Enéas,
s/n, Setor Histórico.
Ter-sex 9h-18h, sáb
9h-14h. Ao lado da
igreja da Ordem, reúne
preciosas imagens de
santos como a da
padroeira N. S. dos
Pinhais de Curitiba,
do século 18.
Igreja
da Ordem lgo.
Cel. Enéas, s/n,
Setor Histórico.
Tel. (41) 223.7545.
Mais antiga da
cidade, é de 1737 e
tem altar em talha
dourada.
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Casa
Romário Martins
lgo. da Ordem, 30. Tel.
(41) 322.1525. Ter-sex
9h-12h e 13h-19h, sáb e
dom 9h-13h. Exemplar da
arquitetura colonial
portuguesa do século 18.
Foi armazém de secos e
molhados e desde 1973
tornou-se um espaço
cultural com galeria de
arte, exposições,
pesquisa e edição de
publicações ligadas à
vida cultural da cidade.
Romário Martins foi um
dos escritores e
historiadores mais
importantes do Paraná.
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Rua
das Flores
r. 15 de Novembro.
Primeiro calçadão
brasileiro, de 1972,
com canteiros de
flores bem-cuidados
e todos os serviços
que alguém espera
numa área central
-bares, lanchonetes,
antigas confeitarias
em prédios centenários
e um serviço de
creche que funciona
num bondinho. Não
deixe de ver a Boca
Maldita, uma
bocarra que é
"palco" de
manifestações políticas,
de declamação de
poesias e ponto de
encontro para
discussão, da política
ao futebol.
Ruínas
de S. Francisco
pça. João Cândido.
Iniciada em 1809, a
obra da capela nunca
acabou. Ao lado,
barzinhos e cafés
com lampiões.
Relógio
das Flores
pça. Garibaldi. Com
6m de diâmetro,
formado por flores
de muitos matizes,
plantadas de acordo
com a estação.
Rua
24-Horas r.
Cel. Menna Barreto,
entre r. Visconde do
Rio Branco e r.
Visconde de Nácar.
A primeira do
Brasil, território
livre para notívagos
de 8 a 80 anos. Com
teto de vidro e
estrutura de arcos
de ferro, tem bares,
sorveterias, cafés,
doceiras, lojas de
presentes, antiquários,
farmácia e
livraria. O agito
aumenta logo que
anoitece: a rua vira
um
"footing"
moderninho, com
mesas coalhadas de
gente bebendo chope
ou vinho quente.
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Torre
das Mercês
r. Prof. Lycio de
Castro Velloso, 191. Tel.
(41) 352.4021. Ter-sex
12h30-20h30, sáb e dom
10h30-20h30. A torre da
companhia de Telecomunicações
do Paraná (Telepar) virou
concorrido mirante. Do
ponto mais alto da cidade
(110 m), o pôr-do-sol é
de cair o queixo.
IR
Pedreira
Paulo Leminski r.
João Gava, s/n. Tel. (41)
354.2662. O amplo gramado
à beira do lago, com
capacidade para 50 mil
pessoas, tem como pano de
fundo uma pedreira
desativada. Palco ao ar
livre dos eventos mais
descolados da cidade. |
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Ópera
de Arame
pedreira
Paulo Leminski. Tel.
(41) 354.2662.
Teatro com 5050
lugares na platéia
e 474 nos camarotes
construído com
ferro tubular e de
cobertura
transparente. A
estrutura lembra a
Ópera de Paris. Tem
casa de chá. Placas
de metal assinalam
seus visitantes
ilustres, como Paul
McCartney e Chico
Buarque. |
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| Universidade
Livre do Meio Ambiente
r. Victor Benato, 210.
Tel. (41) 254.5548.
Construção rústica num
bosque de mata nativa com
59 mil m2 e à beira do
lago. Usa como pilares
velhos postes de madeira e
tem cursos rápidos de
formação ambiental.
Bairro
da Santa Felicidade
referêmcia: av. Manoel
Ribas. Bairro fundado por
imigrantes italianos,
preserva casas típicas do
início da colonização,
no século 19. Ao longo da
av. Manoel Ribas, mais de
20 restaurantes com a
melhor cozinha italiana.
Até as churrascarias
servem o rodízio
acompanhado de massas e
polenta. Aproveite e
compre um vinho do bairro,
o Durigan, numa réplica
de adega européia (av.
Manoel Ribas, 6.169, tel.
41-372.2113).
Bosque
João Paulo 2° r.
Mateus Leme, Cel. Vieira
dos Santos e José Saboiá
Cortes. Tel. (41)
350.8375. Os imigrantes
poloneses são o público
habitual. Criado após a
visita do papa a Curitiba,
em 1980, o bosque é
Memorial da Imigração
Polonesa do Paraná. Tem
48 mil m2 e é composto
por sete casas de troncos
de madeira, em estilo
polonês, onde se pode
comprar artesanato e
comidas típicas.
COMPRAR
Peças em prata e metal em
formato de pinhão, pratos
e cerâmicas com gravações
do artista paranaense Poty
Lazarotto, no shopping Estação
Plaza Show (av.
7 de Setembro, 2.775).
Ovos pintados à mão
"pêssanka", do
artesanato polonês e
ucraniano, no Bosque João
Paulo 2°.
ASSISTIR
Festival
de teatro Março.
Maior festival do gênero
no país, inclui mostra
oficial e paralela (o
Fringe) e ocupa vários
teatros da cidade, além
de espaços alternativos
como parques. Procure o
serviço de informações
turísticas.
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