Saudações do Minú

 

Porto Alegre - RS  |

 

Principal Brasil International - Paraná  -  Santa Catarina - Rio Grande do Sul  -  Inverno - Porto Alegre  -   Pampas Esportivo - Pampas Preservação - Pampas Viagens & Turismo  - Pampas Tradição  - Pampas Gestão Empresarial - Terras do Sul   - Fale conosco

RIO GRANDE DO SUL - VALES

 
Rio Grande do Sul - Brasil

Aqui a natureza foi generosa

Essa é uma região de muitos rios, dentre os quais o Taquari, o Caí e o Rio Pardo, circundam localidades onde são forte os traços da colonização alemã, italiana e açoriana. 

VALE DO TAQUARI

O Vale do Taquari é composto por 37 municípios e está a aproximadamente 120km de Porto Alegre.

Anta Gorda; Arroio do Meio; Arvorezinha; Bom Retiro do Sul; Canudos do Vale; Capitão; Colinas; Coqueiro Baixo; Cruzeiro do Sul; Dois Lajeados; Doutor Ricardo; Encantado; Estrela; Fazenda Vila Nova; Forquetinha; lIópolis; Imigrante; Lajeado; Marques de Souza; Muçum; Nova Bréscia; Paverama; Poço das Antas; Pouso Novo; Progresso; Putinga; Relvado; Roca Sales; Santa Clara do Sul; Sério; Tabaí; Taquari; Teutônia; Travesseiro; Vespasiano Corrêa; Westfália
- 

-
Região Vales

Possui uma economia diversificada e tem no turismo uma proposta de crescimento futuro. Ações contundentes estão sendo realizadas no  sentido de oferecer a região como um destino turístico do Rio Grande do Sul.

É uma região emergente no turismo gaúcho e pauta suas ações voltadas a um Planejamento Estratégico feito para o turismo até 2014. No Vale do Taquari vivem 320 mil pessoas distribuídas basicamente em três etnias: a açoriana, a italiana e a alemã.

Os açorianos: tem incidência nos municípios do Taquari, Bom Retiro do Sul, Paverama, Tabaí e Fazenda Vila Nova. A arquitetura, a gastronomia, os hábitos e os costumes conservam traços dos portugueses da época da colonização.

 Os Alemães: a forte influência alemã no Vale do Taquari está concentrada nos municípios de Estrele, Lajeado, Teutônia, Arroio do Meio, Santa Clara do Sul e Marques de Souza. As casas no estilo enxaimel caracterizam a presença maciça de imigrantes alemães nestes municípios. Além da arquitetura, os alemães marcam fortemente a região pela gastronomia, pelas danças típicas, pelo artesanato, pelas festas tradicionais e pelo sotaque marcante. Os Italianos: a etnia italiana situa-se nas encostas e região alta do Vale do Taquari. São também fiéis às suas origens cultuando hábitos e costumes, falando o dialeto típico e promovendo festas referentes à sua cultura.

Ensino no Vale do Taquari 

A região dispõe de um centro universitário com trinta e seis cursos de graduação, cursos técnicos, pós-graduação e mestrado. Num total de 8.500 alunos que se preparam para transformar a região no terceiro vértice econômico do Estado.

Localização 

O Vale do Taquari está próximo de grandes centros. A 100 km de Caxias do Sul, 120 km de Porto Alegre, 180 km de Santa Maria, 170 km de Passo Fundo e.a 60 km de Santa Cruz do Sul. É uma região de fácil acesso cortada pela estrada da produção BR 386, RS 130. O acesso também se dá por via fluvial onde existe um terminal portuário. O aeródromo de Estrela possui uma pista homologada de 600m que serve para pousos e decolagens de pequenas aeronaves.

Turismo 

É uma região que desperta para esta atividade oferecendo dois roteiros turísticos. O Roteiro Delícias da Colônia, nos municípios de Estrela, Colinas e Imigrante, e o Roteiro Germânico, nos municípios de Teutônia e Westfália. Outros dois roteiros estão em fase de consolidação que são o Caminho da Erva-Mate, abrangendo nove municípios na região alta do vale e o Roteiro da Toca Ventosa no município de Taquari.

Amturvales 

O processo de conscientização e implantação do turismo no Vale do Taquari é coordenado pela Amturvales (Associação dos Municípios de Turismo da Região dos Vales). A Amturvales é uma entidade sem fins lucrativos composta por representantes do poder público e da iniciativa privada também representados no cargo de Diretoria. A venda da região como um destino turístico e como uma possibilidade para investidores internos e externos é preocupação constante desta entidade. A Amturvales participou como integrante da equipe que elaborou o planejamento estratégico da Secretaria de Turismo do Estado do Rio Grande do Sul. O turismo de eventos é o que mais contribui para o aumento do fluxo de turistas na região, porém existem ofertas de atrativos no turismo rural, turismo de aventura, turismo religioso, turismo de negócios e turismo saúde.

Meios de Hospedagem A região disponibiliza 1.800 leitos em hotéis e possui 42 campings.

Agências de Viagens Das agências de viagens existentes, duas trabalham com turismo receptivo.

Gastronomia A gastronomia na região é variada, seguindo a :tendência das três etnias predominantes.

Pedras Preciosas A região oferece as pedras preciosas como um grande potencial turístico capaz de atrair inclusive turistas internacionais. Não só o misticismo das pedras, mas também o valor agregado, faz com que cada vez mais o setor se torne importante para a economia da região.

VALE DO RIO PARDO

Trabalhar aqui, viver aqui, estar aqui, vale! A ATURVARP- Associação de Turismo da Região do Vale do Rio Pardo, pessoa jurídica de direito público, criada no ano de 1997, tem como objetivo principal promover a conscientização e a educação para o desenvolvimento do turismo sustentável junto às comunidades, localizada na Região Central do Rio Grande do Sul. São mais de 425.000 habitantes que vivem na área de 15.500 km2 dos municípios que compõem o Vale do Rio Pardo. Desfrutam do privilégio de viver em uma das regiões mais prósperas do Brasil buscando, sempre, novas formas de viver melhor. São pessoas que construíram a história que atinge o cenário atual como uma região bem desenvolvida, com excelente nível educacional e econômico com grandes diversidades culturais, mas muito unidas quando se trata de encontrar soluções para sanar problemas comuns. O Vale do Rio Pardo é mais do que apenas uma região próspera e desenvolvida do ponto de vista econômico. É um "mundo" formado por cenários de muitos atrativos e belezas naturais. É certo afirmar que o Vale respira trabalho. Mas transpira cultura, gastronomia, diversão e lazer. É repleto de possibilidades que guardam, o amor à natureza; preservando o meio ambiente e a cultura dos que nele vivem. E é nele que encontramos uma verdadeira colcha de retalhos paisagísticos onde convivem campos, morros, matas, grutas, rios e cascatas. Aí insere-se, também, o turismo de aventura, hotéis e pousadas, artesanatos, rede gastronômica, trilhas ecológicas, roteiros rurais e tantos outros dispositivos voltados ao bem estar. Este "mundo" constitui-se numa preciosa jazida de onde extrai-se uma excelente qualidade de vida.

MUNICÍPIOS QUE COMPÕEM O VALE, COM A RESPECTIVA DISTÂNCIA DE SANTA CRUZ DO SUL (CIDADE PÓLO DA REGIÃO): Arroio do Tigre 96km; Boqueirão do Leão 69km; Candelária 38km; Encruzilhada do Sul 104km; Estrela Velha 122 km; Herveiras 53 km; General Câmara 84 km; Ibarama 97 km; Lagoa Bonita do Sul 83 km; Pantano Grande 57 km; Passa Sete 77 km; Passo do Sobrado 27 km; Rio Pardo 34 km; Santa Cruz do Sul.(referência); Segredo 93 km; Sinimbu 26 km; Sobradinho 84 km; Tunas 133 km; Vale do Sol 28 km; Vale Verde 39 km; Venâncio Aires 29 km; Vera Cruz 8 km

DISTÂNCIA DE SANTA CRUZ DO SUL: Caxias do Sul 219 km Florianópolis 640 km Passo Fundo 233 km Pelotas 384 km Porto Alegre 155 km Santa Maria 142 km Santa Rosa 413 km Torres 342 km Uruguaiana 560 km

Gastronomia Bastante diversificados, os restaurantes, bares, lanchonetes e cafés coloniais oferecem cardápios variados com comidas típicas próprias das tradições de cada município que compõem o Vale.

Transporte O sistema rodoviário da região tem infra-estrutura caracterizada pela predominância de rodovias estaduais e federais. É servida por uma bem estruturada malha viária, sendo disponibilizadas linhas de transporte coletivo regulares, as quais têm à sua disposição todas as facilidades de acesso aos municípios.

Serviços O turista encontrará no Vale do Rio Pardo a mais completa estrutura do trade turístico que coloca à disposição do visitante os mais diversos dispositivos para o seu conforto e bem estar, existindo, ainda, agências de turismo receptivo com especial atenção aos turistas.

Acesso aéreo Aeroporto Luiz Beck da Silva (Santa Cruz do Sul).

Infra-estrutura Turística Os municípios de Santa Cruz do Sul, Rio Pardo, Candelária, Sobradinho, Venâncio Aires, Encruzilhada do Sul e Arroio do Tigre, já possuem infra-estrutura turística capaz de oferecer alojamento e alimentação à potencial demanda turística.

Entretenimento Com opções bastante diversificadas, o setor de lazer e entretenimento do Vale apresenta atrativos que vão desde os naturais e culturais até as festas populares, parques de eventos, rodeios, autódromo de categoria internacional, exposições, artesanato, festivais, cinemas, atividades teatrais, museus, salas para jogos, canchas de bocha, boião e. boliche, campos e ginásios para prática esportiva, associações recreativas, bares e casas noturnas.

Meios de Hospedagem Existem na região diversos hotéis e pousadas que oferecem restaurante, auditório para convenções, café da manhã, pensão completa ou meia pensão, estacionamento em espaço interno, entre outros. Conta também, com campings com capacidade para barracas e traillers, além de sítios de lazer, casarões e hotel-fazenda.

Atrativos turísticos 

Um grande número de atrativos naturais e culturais, constitui-se num grande potencial para o desenvolvimento do turismo regional que consolidou o Roteiro Serras e Vales, a Rota Germânica, o Roteiro de Integração Santa Cruz do Sul e Rio Pardo e a Rota dos Casarões.

ROTEIRO SERRAS E VALES - A cidade de Arroio do Tigre é considerada o 40 Pólo de Aventura, com locais para a realização de esportes radicais: rapel, trilhas para caminhadas, corredeiras de aventura, trilhas de motos e jeeps. Sobradinho, situado no início da Serra Geral, apresenta um relevo montanhoso, coberto por mata nativa, dando um aspecto europeu à região, especialmente nos meses de inverno. Possui trilhas ecológicas, o que oportuniza conhecer as belezas naturais ou praticar esportes de aventura num cenário de paz e tranqüilidade. O Morro Botucaraí, de Candelária, é um dos pontos isolados mais altos do Rio Grande do Sul, tem uma história repleta de lendas e componentes místicos.

ROTEIRO DE INTEGRAÇÃO - SANTA CRUZ DO SUL E RIO PARDO - Com um saliente potencial turístico e histórico cultural, este roteiro propicia fortes emoções iniciando com visitas aos principais pontos turísticos do município de Rio Pardo: Fortaleza Jesus Maria José, Prédio da Antiga Escola Militar (atual Centro Regional de Cultura), Igreja São Francisco de Assis e a Rua da Ladeira primeira vila calçada no Estado, entre outras. Por sua vez, nas visitas a Santa Cruz do Sul chega-se ao Distrito Industrial, Santuário de Schoensttat, Catedral São João Batista, Parque da Gruta, Museu do Colégio Mauá, antiga Estação Férrea e a outros atrativos turísticos da cidade.

ROTA GERMÂNICA - Possui roteiros turísticos rurais dos distritos de Rio Pardinho e de Boa Vista que, por suas belas paisagens e arquitetura, oferecem aos visitantes a oportunidade de um contato direto com a vida no campo e com os descendentes dos colonizadores alemães.

Rios e cachoeiras

ROTA DOS CASARÕES - É um passeio que resgata e valoriza aspectos da cultura trazida pelos imigrantes italianos. O passeio está localizado na comunidade Campestre aproximadamente 15km do centro de Sobradinho. Este passeio oportuniza conhecer, além da arquitetura típica, alguns utensílios usados pelos imigrantes através de um pequeno acervo no Museu da Tia Helena. No final, o Grupo de Cantoria Italiana recebe os visitantes com a sua apresentação e podem ainda, saborear um delicioso café colonial.

O VALE DO RIO CAÍ - "Cahy", Rio da Mata

O Vale do Rio Caí é uma região aprazível, de colonização européia, progressista, com muitas atrações turísticas a apresentar e muito potencial ainda a explorar. Nos finais de semana e feriados, circulam em suas rodovias mais de vinte mil veículos, tendo por destino a Serra Italiana, a Região das Hortênsias e a Grande Porto Alegre. Analisando este panorama, "o de corredor de passagem", o CODEVARC - Conselho Regional de Desenvolvimento do Vale do Caí, assumiu o desafio de mostrar ao mundo turístico todas as suas potencialidades e atrações. Mais do que dar-se a conhecer, através dos meios de comunicação de massa, pretende oferecer serviços turísticos de qualidade para conquistar uma fatia do mercado existente. Em suma, tem a plena convicção de que visitantes satisfeitos retomam, agregam e induzem mais gente para usufruir das" benesses do Rio da Mata". Os resultados econômicos e sociais de um cenário turístico novo, embora emergente, são incontestáveis.

Primórdios do Vale do Caí até meados do Século XVIII era uma região de matas, habitada pelos índios Guaranis, ao longo do caudaloso Rio Caí e seus frondosos afluentes. Os primeiros a chegar foram os açorianos que ocuparam as terras dos atuais municípios de Capela de Santana, Montenegro e parte de São Sebastião do Caí. A partir de 1824 vieram os alemães, entrando por São José do Hortêncio e se estendendo em direção ao miolo do Vale. Em meados do Século XIX, a colônia alemã do Vale do Caí (alt Kolonie), já era uma comunidade promissora com uma economia florescente. O território "alemão" partia dos portugueses' aqui radicados, indo em direção Norte. Em 1875 chegaram os italianos, desembarcando no Porto Guimarães (Cidade do Caí, subiram a Serra em direção a Farroupilha, Garibaldi e Caxias do Sul. Nesta corrente italiana, parte dos imigrantes e seus descendentes se fixaram ao norte do Vale, tendo sua maior expressão em Barão, Salvador do Sul, São Vendelino, Alto Feliz e Vale Real. Outras etnias também estão representadas (poloneses, holandeses, suíços), embora em pequeno percentual, compõem a diversidade cultural da região e refletem matizes nas atrações turístico-culturais. As tradições, usos e costumes deste conjunto de etnias dão sustentáculo ao imenso potencial turístico do Vale do Caí.

Dados físicos atuais

 O Vale do Caí tem hoje uma população estimada em 194.000 habitantes, vivendo em 20 municípios, numa área geográfica de 2012 km2. As altitudes variam de 50 metros acima do nível do mar até 600 metros. O Clima é temperado. Predomina um relevo de várzeas na parte sul do Vale; encostas e morros no centro; montanhas e altiplanos no norte. Em torno de 75% da população vive no meio rural. A etnia alemã ainda é a mais numerosa, vindo a seguir a açoriana e a italiana. Quanto à infra-estrutura básica, como estradas, energia elétrica, telefonia, assistência à saúde e gastronomia, não há maiores limitações. Porém, um melhor aparato em sinalizações turísticas e viárias em seu interior é projeto do COREDE-Vale do Caí que já está em andamento. Da mesma forma, a região está se preparando para oferecer adequados serviços de hotelaria e hospedagem, uma carência atual que vem se prolongando devido à proximidade do Vale do Sapateiro e das regiões turísticas vizinhas, alemãs e italianas, com uma infra-estrutura turística consolidada.

O que o Vale do Caí tem para oferecer hoje? 

Em cada um dos vinte municípios que compõem a Região acontecem eventos festivos anuais de grande alcance cultural e turístico, que coincidem com a data da criação do município ou com os chamados Kerbs dos padroeiros. Nestes eventos são mostrados os valores artístico-culturais de cada comunidade. Praticamente todas comunidades, de qualquer etnia, têm seus corais, grupos de danças e bandas típicas, assim como CTGs e DTGs. A gastronomia é parcimoniosamente cultuada em cada localidade, com variações e toques diferenciados, servida artesanalmente com características de atendimento familiar. Produtos ecológicos já estão despontando à beira dos caminhos, com destaque para os moranguinhos e as amoras. Há muitos pontos de comercialização de hortifrutigranjeiros nas cidades e ao longo das estradas, fruto do trabalho das famílias rurais de cada localidade. Os municípios de Pareci Novo e São Sebastião do Caí se colocam entre os produtores de flores e plantas ornamentais do Estado, com permanente oferta aos visitantes. Caí é o maior produtor de rosas do Rio Grande do Sul. A natureza do Vale do Caí, em torno de seu rio, que o corta de norte a sul, ladeado de várzeas, morros, montanhas e, principalmente, muito verde forma paisagens encantadoras aos olhos de qualquer visitante. Em se tratando de uma região habitada a partir de 200 anos passados e colonizada há mais de 150 anos, é natural que ainda existam muitos testemunhos arquitetônicos, pontilhando em toda a parte, como casas, capelas, escolas, armazéns e edículas, denunciando os países de origem destes povos. A consciência de restauração e preservação do patrimônio histórico no Vale do Caí está tomando grande impulso nas escolas e famílias e projetos estão sendo estruturados para obtenção de apoio oficial. Apenas para exemplificar, no município de Linha de Nova existe a maior concentração de casas em enxaimel por km2 no Estado, construídas no século XIX. Em abril de 2006 foi realizado no município de São Vendelino um Seminário Nacional de Cultura Teuto-Brasileira, obtendo grande sucesso. O Vale do Caí tem todo o potencial para oferecer opções de Turismo de Eventos, Turismo Cultural, Turismo de Aventura e até Turismo Religioso.

Jacob Christiano Selbach (Consultor de Turismo da AMVARC)

Municípios que fazem parte do Vale do Caí

Alta, Feliz, Barão, Bom Princípio, Brochier, Capela de Santana, Feliz, Harmonia, Linha Nova, Maratá, Montenegro, Pareci Novo, Portão, Salvador do Sul, São Jose do Hortêncio, São José do Sul, São Pedro da Serra, São Sebastião do Caí, São Vendelino, Tupandi e Vale Real

Aspectos da região dos vales

>>>>>>    Retornar o menu das Regiões do Rio Grande do Sul   <<<<<<

 

Principal Brasil International - Paraná  -  Santa Catarina - Rio Grande do Sul  -  Inverno - Porto Alegre  -   Pampas Esportivo - Pampas Preservação - Pampas Viagens & Turismo  - Pampas Tradição  - Pampas Gestão Empresarial - Terras do Sul   - Fale conosco

   
 

Todos os direitos reservados.
Copyright© Pampas On Line 1996- 2010 - Porto Alegre, Rio Grande do Sul - Brasil 

Site brasileiro