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SANTA
CATARINA - FLORIANÓPOLIS
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Ilha
dos sonhos |
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A
capital
catarinense é uma
ilha paradisíaca
com 100 praias,
natureza
espetacular e
completa
infra-estrutura
urbana e turística. |
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Florianópolis,
a capital do
estado, é o
centro do turismo
de verão. Um
mundo de
contrastes, onde a
agitação da vida
moderna convive
com a placidez das
comunidades do
interior.
Deliciosa
fatia do paraíso
habitado por
3000.000
privilegiados, tem
436 km2 de verdes
encostas, várias
lagoas e 100
praias, e é um
dos principais
destinos turísticos
do Brasil.
O
espírito açoriano,
herdado dos
imigrantes que
povoaram a região
há 250 anos,
personaliza a
ilha.
Os
barcos de pesca,
as rendeiras, o
folclore, a culinária,
a arquitetura
colonial e
fortalezas históricas
qualificam o
turismo e atraem
recursos que
compensam a falta
de indústrias de
porte. Vilarejos
envoltos em tradição
e história, como
Santo Antônio de
Lisboa e Ribeirão
da Ilha, resistem
aos avanços da
modernidade. |
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| Florianópolis
- Santa Catarina -
Brasil |
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O
tempo passou, mas
as invasões só
mudaram na forma.
Antes, Nossa
Senhora do
Desterro, atual
Florianópolis,
era invadida por
mar por piratas em
busca de ouro e
prata. Agora, a
invasão vem por
terra mesmo, com
levas de turistas
em busca de seus
mares
cor-de-esmeralda,
principalmente
quando o sol
anuncia o verão.
Como
chegar
•
como chegar BR-101
e SC-401 •
população
271.281 habitantes
• temperatura média
anual 20ºC •
atrações praias,
arquitetura,
fortes e lagoa da
Conceição •
informações turísticas
Portal Turístico,
av. Eng. Marques
de Souza, 236.
Tel. (48)
244.5822;
Disque-Turismo,
tel. 1516. |
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Só
tem lá
Fortes
Em
1739, d. João 6°
mandou erguer
fortes na vila do
Desterro, atual
Floripa: temia os
espanhóis, que
passavam por aqui
a caminho da
Argentina. O
engenheiro militar
José da Silva
Paes, governador
da capitania,
bolou um sistema
triangular de
defesa da baía
norte, num local
"estratégico".
Pena que os canhões
da época não
tivessem força
capaz de lançar
as balas na rota
dos intrusos.
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Os
piratas
passavam ao
largo dos
tiros,
morrendo de
rir na
amurada dos
navios. Em
1777, os
espanhóis
desmoralizaram
os fortes:
desembarcaram
em
Canasvieiras
15 mil
soldados e
ficaram um
ano
contemplando
o patrimônio
arquitetônico
-o mesmo que
se vê hoje,
restaurado.
Na praia do
Forte fica o
forte de São
José,
conjunto de
prédios
sustentado
por muralhas
em forma de
polígono
irregular,
com guaritas
nos vértices.
Repare a
casa do
comandante
português
-geminada ao
paiol de pólvora.
Em frente,
na ilha
Anhatomirim,
a bela
construção
neoclássica
com
escadaria a
beira-mar é
a fortaleza
de Santa
Cruz. Seus
antigos paióis
viraram
museu bélico.
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Na
ilha Ratones
Grande, está
outro forte neoclássico,
o forte de Santo
Antônio, rodeado
por fosso, com
ponte levadiça e
até aqueduto.
Ainda
há, da mesma época,
os fortes de N. S.
da Conceição e
de S. Bárbara
Passeios por
fortes são feitos
por agências de
turismo (Veleiro
Tur, tel.
48-225.7622; Scuna
Sul, tel.
48-224.1806; Ponto
Sul, tel.
48-223.0399).
Box
32, o bar 1O
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Escondido
entre açougues
e peixarias
do Mercado Público,
o box 32
(tel.
48-224.5588)
tinha tudo
para ser
mais um
mortal bar
de mercado,
desses
tantos que
além de café
requentado
oferecem
bolinhos
engordurados,
ovos
coloridos,
sanduíches
de mortadela
e pratos
feitos. Mas
não. O 32
é daqueles
que você 60
no bar e, 70
sair 100
provar suas
virtudes, o
dono manda
20 buscar
-sempre o
chamando
pelo nome-
para
experimentá-los.
Um terço
dos freqüentadores
habituais
atacam logo
no chope, o
restante
pede a cachaça
do próprio
bar. Os
pratos que
oferece nada
têm de
similar com
seus primos
pobres de
outros
mercados. |
| O
cardápio
inclui
ostras do
Pacífico,
pastel de
bacalhau do
Porto,
croquete de
salmão ou
truta, sanduíche
de salmão
defumado,
croquete de
camarão com
Catupiry,
sopa de
"coquille"
Saint-Jacques.
Por tudo
isso é,
disparado, o
mais
badalado bar
de Floripa,
passagem
obrigatória
de turistas
-do Nobel de
Medicina
Albert Sabin
ao gênio do
tango Astor
Piazzolla. |
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Vale
a pena |
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VER
Mercado Público
r. Jerônimo
Coelho, s/n. Tel.
(48) 251.6197.
Seg-sex 7h-19h, sáb
7h-13h. Bares:
seg-sex até 23 h,
sáb até 18h. Prédio
em estilo colonial
açoriano, de
1898. São 119
boxes que
comercializam
peixes, carnes,
alimentos,
artesanato, roupas
e calçados.
Alguns são bares
que se tornaram
ponto de encontro
de amigos para
bate-papos ao cair
da tarde. Aos sábados,
o pátio central
vira uma quadra
improvisada de
pagodeiros. A roda
de samba vai se
formando e, quanto
maior o número de
garrafas vazias na
mesa, maior a
animação -cujo
termômetro está
no número de
casais que começam
a rebolar um
esquindô-esquindô.
Prédio
da Alfândega
r. Cons. Mafra,
141. Tel. (48)
224.6082. Seg-sex
9h-19h e sáb
9h-12h. Construído
em 1875,
arquitetura neoclássica,
ponto de arte de
Floripa. Tem duas
alas, a Casa da
Alfândega e a
Associação
Catarinense de
Artistas Plásticos
(ACAP), garantem
exposições de
artesanato e
mostras no local.
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Praça
15 de
Novembro
Centro de
referência
da cidade.
No meio, há
uma centenária
figueira
branca,
replantada
aqui em
1891, já
com uns 20
anos de
vida. Não
estranhe se
jovens
apaixonadas
e
balzaquianas
desimpedidas
derem três
voltas em
torno dela:
trata-se de
uma
"infalível"
simpatia
para
arrancar dos
homens
"compromissos
sérios".
A praça
também é
ponto de
encontro de
aposentados
para um
joguinho de
dominó e
abriga uma
feirinha
hippie
permanente.
Museu
de Santa
Catarina
que guarda
documentos e
objetos
pessoais dos
governadores
que
trabalharam
aqui.
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Museu
Victor Meirelles
r. Victor
Meirelles, 59.
Tel. (48)
222.0692. Ter-sex
13h-18h, sáb, dom
e feriados
15h-18h. A casa
branca onde nasceu
o pintor é uma
das mais antigas
edificações
preservadas,
tombada pelo
Instituto do
Patrimônio Histórico
e Artístico.
Meirelles é o
autor do famoso
quadro sobre a
primeira missa
rezada no Brasil.
Entre as obras do
acervo,
"Batalha de
Guararapes",
"Felipe Camarão",
"Guerreiro
Holandês Caído"
e "Casamento
da Princesa
Isabel".
| Catedral
Metropolitana
r. Cipreste
Paiva, 70 (pça.
15 de
Novembro).
Tel. (48)
224.3357.
Sua
arquitetura
mistura vários
estilos. Mas
fica linda
à noite,
iluminada.
Ponte
Hercílio
Luz
acesso pela
r. Assis
Chateaubriand.
Já foi o
cartão-postal
da cidade e
única ligação
entre o
continente e
a ilha. É
uma das
maiores
pontes pênseis
do mundo,
com 819 m de
extensão e
duas torres
de 75 m. Foi
construída
sob o
comando de
engenheiros
e técnicos
americanos
entre 1922 e
1926. Hoje,
com sérios
problemas na
estrutura,
está
fechada para
carros e
pedestres.
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Palácio
Cruz e Sousa
pça. 15 de
Novembro,
s/n. Tels.
(48)
221.3503/3504.
Ter-sex
10h-19h, sáb
e dom
10h-16h. O
nome deste
palácio
rosado é
tributo ao
maior poeta
catarinense,
o simbolista
Cruz e
Sousa. O
interior,
revestido de
mármore de
Carrara,
exibe na
nave central
belas
cantoneiras
de gesso
pintadas de
ouro e móveis
dos séculos
18 e 19. Na
sala de música,
uma
encantadora
caixa
musical, de
um metro de
altura e 25
discos de
metal.
Coloque uma
moeda e gire
a manivela
que ela
toca. Com
esse som as
damas da
corte
bailavam no
Império.
Construído
entre 1760 e
1790, o palácio
foi residência
e local de
trabalho dos
presidentes
da Província
e, depois,
dos
governadores,
até 1954. |
IR
Lagoa da Conceição
A 14 km do centro.
Local badaladíssimo,
com clima poético,
mágico. São 20
km2 de água
rodeada de construções
coloniais. Um mar
de dunas se
oferece para o
"sand-board"
(surfe na areia),
com pranchas próprias
ou alugadas. Na
av. das Rendeiras,
mulheres tecem e
vendem rendas de
bilro. A Conceição
é um lugar com
vida própria e
noite agitada.
Para um programa
descontraído e um
pouco barulhento,
escolha um dos
restaurantes ou
bares da beira da
lagoa. Lugares com
vista cinematográfica
ficam nos pontos
altos -de onde se
vêem as dunas, a
lagoa, o mar e o
cobertor verde da
serra do Mar. Há
barcos de aluguel.
Igreja
de N. S. da Conceição
Junto ao morro da
lagoa da Conceição.
Tem mais de 240
anos e é exemplo
da arquitetura
colonial
portuguesa.
Recebia visitas de
d.Pedro 2° e
presentes, como
uma custódia de
prata e dois
sinos.
PASSEAR
Nos
barcos dos
pescadores ou em
escunas, em torno
da ilha. Atrações:
colônias de
pescadores, baía
dos golfinhos,
lagoa da Conceição,
fortes e ilhotas
selvagens. Escunas
no trapiche da
praia de
Canasvieiras, sob
a ponte Hercílio
Luz, ou pescadores
nas praias (entre
as agências,
Scuna Anna's, tel.
48-224.6622;
Veleiro Tur, tel.
48-225.7622).
COMPRAR
Artesanato
de cerâmica,
palha, tecidos e
renda de bilro na Casa
da Alfândega
(lgo da Alfândega).
De artesanato a
apetitosos doces e
bolos na Feirarte,
no calçadão da
Beira-Mar Norte,
nos domingos à
tarde. Blusas,
toalhas de mesa,
cortinas e roupas
de renda na av.
das Rendeiras,
lagoa da Conceição. |
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Tentações
da ilha |
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A
ilha é cercada de
orquídeas por
todos os lados. E
de dunas, de
lagoas, de mata
atlântica, e de
praias -exatas 60
banham sua costa.
E que costa! Ao
sul é agreste e
alterna balneários
com colônias de
pescadores, agitação
e paz. Lá ao
norte, onde é
larga, surge em
ondas tranqüilas
na Ingleses e
quentes na Jurerê.
A leste, agita-se
com tanta moçada
-e com os
surfistas, como na
Joaquina. Adiante,
é mais cristalina
e leve.
Pântano do Sul
Uma das principais
colônias de
pescadores da
ilha. Águas um
pouco agitadas,
larga faixa de
areia batida, onde
os barcos esperam
a hora de
largar-se ao mar.
Restaurantes
servem o prato típico
de Floripa, herança
da cozinha açoriana:
tainha grelhada,
pirão-d'água e
feijão.
Armação
Tradicional colônia
de pescadores, com
ondas fortes ao
norte e águas
calmas no lado
sul, com um
riozinho. Na praça
central, bares,
restaurantes e uma
centenária capela
em estilo açoriano.
A caminho da Armação
fica a cristalina
lagoa do Peri,
lugar agradável,
com bosque e
churrasqueiras.
Morro das
Pedras
A faixa de areia
é diminuta, a
praia é perigosa,
mas o mar dá um
belo
espetáculo
estourando sobre
as rochas. Na
ponta sul,
mesinhas à
beira-mar em
restaurantes e
sorveterias, para
você assistir a
arrebentação das
ondas.
Campeche
Praia
extensa,
rodeada de
pequenas
dunas e
vegetação
rasteira, é
freqüentada
por
surfistas e
serviu de
campo de
pouso
improvisado
do escritor
e aviador
francês
Saint-Exupéry
na década
de 30, em
suas viagens
pela América
do Sul. A
avenida de
acesso à
praia foi
batizada de
"Pequeno
Príncipe",
referência
à obra mais
famosa do
autor. Tem
bares,
restaurantes
e botecos de
caiçaras
com um bom
peixe frito.
Pode-se
fazer
passeios de
barco até a
ilha do
Campeche, em
frente.
Ribeirão
da Ilha |
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| A
areia das
praias
pequeninas
é grossa e
escura, mas
o mar é
sempre
calmo,
parece um
lago. Veja a
igreja de N.
S. da Lapa
do Ribeirão,
construção
de 1806, ao
lado de uma
charmosa
casa
colonial. |
Jurerê
Praia de águas
verdes
transparentes,
calmas e tépidas,
areias brancas e
casas de alto padrão.
Tem boa
infra-estrutura,
bares,
restaurantes,
hotel e todo tipo
de serviços de um
loteamento
planejado. A criançada
brinca num
miniparque aquático
em plena praia,
com piscina, tobogãs
e escorregadores
sobre a água.
Forte
Mar calmo, bares
simples e passeios
de barco. No final
de Jurerê, atrás
do morro, está a
fortaleza de São
José da Ponte
Grossa, construída
a partir de 1740 e
tombada pelo
Patrimônio Histórico.
Suba apenas 600
metros até a
fortaleza e veja,
além do
monumento, uma belíssima
vista do mar.
Ponta das Canas
Uma das preferidas
dos turistas
argentinos, com
muitos hotéis-residência.
O mar é manso,
bom para esportes
náuticos e há
barzinhos
espalhados por
toda a extensão
da praia. Com um
pouco de sorte,
pode-se ver
golfinhos nadando
pertinho.
Canasvieiras
Praia mais agitada
da ilha, é
extensa, mas a
faixa de areia é
estreita. É quase
uma piscina de águas
mornas, boa para
esportes náuticos,
pedalinhos, barcos
a vela. Baleeiras
atravessam o mar
até a ilha de
Anhatomirim.
Bares,
restaurantes, hotéis,
boates e vida
noturna intensa
durante todo o verão.
Atrai muitos
turistas
argentinos.
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Joaquina
Palco de
competições
nacionais e
internacionais
de surfe. A
"Joaca"
é agito
noite e dia.
Mar bravo,
ondas-tubo,
praia
decorada por
pedras.
Chuveiros públicos,
sanitários,
lanchonetes,
restaurantes,
hotéis na
orla. Fica
iluminada à
noite, para
uma pelada
na areia e
um vôlei de
praia. Som
ao vivo para
todos os
gostos
-especialmente
rock- nos
finais de
tarde e
fins-de-semana,
até altas
da
madrugada. |
Santinho
Praia extensa,
larga faixa de
areia, boa para
caminhadas. Mar
com ondas fortes,
bom para surfe.
Junto ao costão,
inscrições
feitas há mais de
5.000 anos pelos
índios carijós,
primeiros
habitantes da
ilha.
Praia
dos Ingleses
Uma das mais
belas de
Floripa.
Cinco quilômetros
de areias
brancas e
finas,
dunas, mar
relativamente
calmo, bom
para banho e
surfe. Há
quiosques,
bares, bons
hotéis com
excelentes
restaurantes.
O nome da
praia
deve-se ao
naufrágio
de um navio
inglês, em
1700.
Galheta
Siga a pé
por uma
trilha de
300 metros
junto ao
costão, à
esquerda da
praia Mole,
até esta
praia
deserta,
onde se
pratica
nudismo. As
águas são
relativamente
calmas, mas
frias. |
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Mole
Areia solta e
macia, ondas
fortes, água
fria, freqüentada
por surfistas. Há
buracos logo na
entrada do mar, o
que requer maior
atenção com as
crianças. Hotel
com "spa",
bares para
petiscos do mar e
lanches. Ainda é
meio selvagem |
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Dados
gerais:
Litoral
A
combinação de
areias claras com
mar verde, baías
recortadas e
lindas enseadas
leva as imagens de
Santa Catarina
para todo o país.
Florianópolis,
com suas 100
praias, é a
capital com a
melhor qualidade
de vida do Brasil.
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